Executando um processo
Transforme o desenho num checklist com responsável, relógio e histórico.
Um processo desenhado é documentação. Uma execução é uma passagem por ele — "Onboarding — Cliente ACME" —, com as mesmas etapas viradas em checklist, cada uma com responsável e relógio. É o que mostra se o processo foi cumprido, e não só escrito.
Na aba Execuções, dê um nome (normalmente o caso: o cliente, o mês, o pedido) e clique em Iniciar. Só as etapas do tipo Tarefa entram no checklist: início, fim e decisões orientam o caminho, não são trabalho de ninguém.
Tocando as etapas
Cada etapa tem Começar, Concluir e Pular. Quando você marca, o Orzon carimba a hora sozinho — você nunca digita tempo. Quem estiver como responsável recebe um aviso quando a etapa dele começa. Quando a última etapa sai de aberto, a execução se encerra; reabrir uma etapa reabre a execução.
Tempo médio e risco
Na ficha de cada etapa você pode informar o tempo esperado, em horas. É isso que transforma o tempo medido em risco: sem uma expectativa ao lado, "8 horas" não diz se está bom ou ruim. Etapa que passou do esperado e ainda não terminou aparece destacada; etapa concluída fora do prazo não vira alarme, vira estatística.
O tempo médio por etapa aparece na aba Execuções, calculado a partir do que já rodou. Ninguém preenche esses números.
Levar para o quadro
Dentro de uma execução dá para gerar os cards num quadro. O checklist continua mandando: concluir a etapa aqui fecha o card lá. O contrário não acontece — se fizesse, seriam dois donos da verdade e ninguém saberia qual venceu.
Versão e "li e entendi"
Quando o processo muda de verdade, publique uma versão nova descrevendo o que mudou. Quem já tinha declarado leitura precisa ler de novo — o aceite é por versão, senão "todo mundo leu" perderia o sentido depois da primeira revisão.
Execuções em andamento continuam na versão em que começaram. Editar o desenho hoje não reescreve o que já estava rodando — se reescrevesse, o histórico passaria a mentir.
Vale definir também a data da próxima revisão: processo sem data de revisão apodrece em silêncio.
Histórico
Toda mudança de etapa fica registrada com quem fez e quando, dentro da execução. É o que permite responder "quem aprovou isso?" meses depois. Quando quem age é um sistema externo, o histórico diz isso — não finge que foi uma pessoa.